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	<title>Asseinfo &#187; Diversos</title>
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	<description>Sistemas de informação</description>
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		<title>NF-e: o perigo do desconhecimento tributário</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 01:12:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cezinha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[Até o final de dezembro de 2010, um milhão de empresas estarão emitindo NF-e (nota fiscal eletrônica). Desde o início do programa, em abril de 2008, mais de 191 mil empresas já aderiram ao programa e emitiram mais de 1 bilhão e 300 milhões de documentos, que somam mais de 30 trilhões de Reais.

Segundo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até o final de dezembro de 2010, um milhão de empresas estarão emitindo NF-e (nota fiscal eletrônica). Desde o início do programa, em abril de 2008, mais de 191 mil empresas já aderiram ao programa e emitiram mais de 1 bilhão e 300 milhões de documentos, que somam mais de 30 trilhões de Reais.<br />
<br/><br />
Segundo o SEBRAE-SP, no Brasil temos cerca de 5 milhões de empresas, sendo que meio milhão destas são médias e grandes e 4 milhões e meio são micro ou pequenas.<br />
<br/><br />
Com a NF-e e o SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) as empresas estão cada vez mais expostas a ação do fisco. Por isso a qualidade da informação transmitida torna-se fundamental.<br />
<br/><br />
Infelizmente a preocupação com tal qualidade da informação não é realidade do mercado. Muitos empresários, por falta de conhecimento, acreditam que basta o DANFE (a parte impressa da nota fiscal eletrônica) estar correto – sem saber se o XML (a parte digital da nota fiscal eletrônica – aquela na qual o fisco recebe) está sendo gerado corretamente ou não.<br />
<br/><br />
Em um país onde acontecem duas alterações legais por hora do ponto de vista tributário, manter-se atualizado e cuidar de seu próprio negócio não é uma tarefa das mais triviais. Por isso a escolha de um profissional contábil competente e de uma empresa de software atualizada e que possa trabalhar em parceria com este profissional torna-se fato imprescindível.<br />
<br/><br />
É importante ressaltar que as notas fiscais eletrônicas ficam a disposição do fisco por cinco anos, sendo que durante este período a empresa emissora está propensa a multas caso haja alguma irregularidade.</p>
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		<title>Asseinfo recebe certificação PAF-ECF</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 17:56:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cezinha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[A Asseinfo recebeu, no dia 16 de dezembro de 2009, a certificação PAF-ECF (Programa Aplicativo Fiscal &#8211; Emissor de Cupom Fiscal) através do laudo de análise funcional de PAF-ECF número IPT0032009.

O Laudo de Análise Funcional foi emitido pelo Centro de Tecnologia da Informação, Automação e Mobilidade (CIAM) do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Asseinfo recebeu, no dia 16 de dezembro de 2009, a certificação PAF-ECF (Programa Aplicativo Fiscal &#8211; Emissor de Cupom Fiscal) através do laudo de análise funcional de PAF-ECF número IPT0032009.<br />
<br/><br />
O Laudo de Análise Funcional foi emitido pelo Centro de Tecnologia da Informação, Automação e Mobilidade (CIAM) do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), órgão técnico credenciado.<br />
<br/><br />
A solução da Asseinfo passou por uma análise minunciosa para atender a Especificação de Requisitos versão 01.04 do PAF-ECF.<br />
<br/><br />
Podemos citar como diferenciais entre a versão anterior e a versão 01.04 a geração dos arquivos no formato do ATO COTEPE 09/08 (SPED FISCAL), a mesclagem de documentos como orçamentos e ordens de serviço.<br />
<br/><br />
O software da Asseinfo foi testado para atender:</p>
<ul>
<li>Estabelecimentos que necessitam de ECF e não possuem necessidades especiais</li>
<li>Estabelecimentos com Pré-Vendas</li>
<li>Oficina de Conserto</li>
<li>Bar, Restaurante e Estabelecimento Similar com Utilização de ECF-Normal e Balança Interligada</li>
<li>Bar, Restaurante e Estabelecimento Similiar com Utilização de ECF-Normal e Sem Balança Interligada</li>
</ul>
<p>Os ensaios foram realizados nos dias 14 e 15 de dezembro.<br />
<br/><br />
O IPT é um renomado instituto de pesquisas que atua em diversas áreas do conhecimento. Dentre os trabalhos já realizados com sinergia a este laudo podemos citar a criação de softwares da NF Paulista a pedido do Governo do Estado de São Paulo e testes em equipamentos emissores de cupons fiscais a pedido de fabricantes e secretarias da fazenda. O IPT possui atualmente em torno de 2000 colaboradores.<br />
<br/><br />
Nós gostaríamos de deixar registrado aqui um agradecimento especial aos Srs. Obadias, Amorim, José Augusto e Alessandro. Fomos muito bem recebidos pelo Centro e fizeram mais que a obrigação deles para que o processo fluisse bem.<br />
<br/><br />
<center><br />
<div id="attachment_206" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-206" title="ipt" src="http://www.asseinfo.com/wp-content/uploads/2009/12/DSC00085-300x225.jpg" alt="Cesar, Eng. Obadias e Sr. José Augusto do IPT" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Cesar, Eng. Obadias e Sr. José Augusto do IPT</p></div><br />
</center></p>
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		<title>O fisco já está de olho em você há tempos</title>
		<link>http://www.asseinfo.com/diversos/o-fisco-ja-esta-de-olho-em-voce-ha-tempos</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 23:14:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cezinha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde que começou-se falar SPED, NF-e e CTe as empresas e pessoas físicas cada vez mais se preocupam com o poder da fiscalização digital.
Muitos acham que o fisco só ganhou o controle depois da NF-e e SPED. Isto é um engano. Há muito que ele tem a capacidade em mãos de efetuar diversos cruzamos. Se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que começou-se falar SPED, NF-e e CTe as empresas e pessoas físicas cada vez mais se preocupam com o poder da fiscalização digital.</p>
<p>Muitos acham que o fisco só ganhou o controle depois da NF-e e SPED. Isto é um engano. Há muito que ele tem a capacidade em mãos de efetuar diversos cruzamos. Se ainda não faz é por pura opção.</p>
<p>Veja abaixo algus dos cruzamentos da DIRPF (Declaração do Imposto de Renda de Pessoa  Física) com outras Declarações ou Informações da RFB (Receita Federal do Brasil):</p>
<p>1-      Declaração Informações Sobre Atividade Imobiliária (DIMOB),  onde a Receita obtém informações de pagamentos efetuados pela pessoa física á  EMPRESAS INCORPORADORAS DE IMÓVEIS (operações de construção, incorporação,  loteamento e intermediação de aquisições/alienações) e recebimentos decorrentes  de locação e intermediação de locação feitos através de IMOBILIÁRIAS ou  ADMINISTRADORES DE IMÓVEIS;</p>
<p>2-      Declaração de Operações Imobiliárias (DOI), onde a Receita  obtém informações dos CARTÓRIOS DE REGISTRO DE IMÓVEIS informando todas as  transações ocorridas venda, permuta, doação e qualquer outra operação  imobiliária registrada em cartório;</p>
<p>3-      Declaração de Informações Econômico Fiscais da Pessoa  Jurídica (DIPJ) e Declaração Simplificada da Pessoa Jurídica (PJ SIMPLIFICADA),  onde a Receita obtém informações referente a distribuição de lucros,  empréstimos, informações previdenciárias e outras informações (transações  ocorridas entre a Pessoa Jurídica com a Física);</p>
<p>4-      Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF), onde  a Receita obtém informações referentes a rendimentos que tenham sofrido retenção  do imposto de renda, ainda que em um único mês, rendimentos do trabalho  assalariado ou não assalariado, de aluguéis e de royalties acima de R$ 6.000,00  no ano, rendimentos de previdência privada e de planos de seguros de vida com  cláusula de cobertura por sobrevivência – Vida Gerador de Benefício Livre  (VGBL), pagos durante o ano-calendário, ainda que não tenham sofrido retenção do  imposto de renda;</p>
<p>5-      Declaração de Operações com Cartão de Crédito (DECRED), onde  a Receita obtém informações de pagamentos mensais (somatório) de cartões de  créditos (todos os cartões inclusive adicionais) da pessoa física. Poderá a  administradora ou instituições emissoras de cartão de crédito e as instituições  responsáveis pela administração da rede de estabelecimentos credenciados do  cartão (a seu critério) não declarar operações mensais que não ultrapasse a  quantia global de R$ 5.000,00 por mês;</p>
<p>6-      Falta de Declaração de aquisição de veículos novos: as  montadoras de veículos informam à Receita Federal os dados dos adquirentes de  veículos, assim, a falta de declaração de aquisição, principalmente os de maior  valor, ficam sujeitos a fiscalização. A Receita também sabe, por meio do  Registro Nacional de Veículos, o Renavam, quem comprou um carro de mas de 30 mil  reais.</p>
<p>7-      Deixar de declarar a compra de certos bens que possam ser  considerados como “sinais exteriores de riqueza” ou raspar a conta corrente no  final do ano para não ter um saldo alto no banco dificilmente vai passar  despercebido pela Receita.</p>
<p>8-      Declarações de Informações sobre Movimentação Financeira  (DIMOF), com ela as instituições financeiras são obrigadas a enviar para a  Receita, a cada seis meses, informações de Pessoas Físicas que tiverem  movimentação acima de R$ 5.000,00, ou de R$ 10.000,00 no caso de pessoas  jurídicas.</p>
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		<title>Controle de pneus</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 16:56:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bethania</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[
Você já ouviu o ditado popular no qual diz que o barato sai caro? Pois isto foi justamente o que a TCA Transportes Comércio e Administração colocou em prova.
A empresa adquiriu dois lotes de pneus, sendo um lote de uma marca de primeira linha e outro de uma marca de segunda linha.
O pneu de primeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Você já ouviu o ditado popular no qual diz que o barato sai caro? Pois isto foi justamente o que a TCA Transportes Comércio e Administração colocou em prova.</p>
<p>A empresa adquiriu dois lotes de pneus, sendo um lote de uma marca de primeira linha e outro de uma marca de segunda linha.</p>
<p>O pneu de primeira linha custou R$ 1.600,00 a unidade contra R$ 800,00 do de segunda linha.</p>
<p>Os pneus foram colocados para rodar em condições de uso semelhantes e monitorados através dos dados inseridos na tarefa de controle de frotas do software ISA TMS.</p>
<p>Estudando o ciclo de vida dos pneus desde o momento que foram colocados no veículo até o momento em que foram condenados à sucata, a empresa pôde comprovar que os pneus de primeira linha propiciaram manutenções preventivas e um maior número de recauchutagens, fazendo com que o custo final do km rodado dos pneus de primeira linha fosse melhor que os dos pneus de segunda linha.</p>
<p>Segundo Venival, gerente financeiro da TCA, os pneus de primeira linha chegaram a apresentar uma economia de 10% examinando apenas o custo do km rodado. Esta economia não levou em consideração o tempo em que os veículos ficaram parados para efetuar reparos em decorrência da qualidade inferior dos pneus de segunda linha, por exemplo.</p>
<p>A TCA é uma empresa sediada na cidade de Tijucas/SC, onde atua desde 1991 no ramo de transportes de materiais e produtos a granel, percorrendo todos os estados do sul brasileiro e sendo detentora de uma frota considerável de carretas equipadas com caçambas de alta capacidade.</p>
<p>O ISA TMS é a solução da ASSEINFO para o gerenciamento de transportadoras e frotas. Através dele é possível avaliar a média km/l, avaliar a durabilidade de itens de troca como lona de freio, monitorar o consumo dos pneus e até mesmo apurar o custo por km rodado do veículo.</p>
<p>A ferramenta possibilita rastrear toda a vida do pneu como trajetos, troca entre os eixos (rodízio) e até mesmo a quilometragem realizada na primeira borracha e em cada recauchutagem.</p></div>
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		<title>Implantação da NF-e na empresa Completa Mosaicos Ltda</title>
		<link>http://www.asseinfo.com/diversos/implantacao-da-nf-e-na-empresa-completa-industria-e-comercio-de-produtos-ceramicos-ltda</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 03:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cezinha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o dia 1º de setembro de 2009 mais de 55 setores da economia estão obrigados à adoção da nota fiscal eletrônica em substituição as notas fiscais modelo 1 e 1A. Um destes setores é o dos fabricantes e importadores de pisos e revestimentos cerâmicos.

A empresa Completa Indústria e Comércio de Produtos Cerâmicos Ltda., na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o dia 1º de setembro de 2009 mais de 55 setores da economia estão obrigados à adoção da nota fiscal eletrônica em substituição as notas fiscais modelo 1 e 1A. Um destes setores é o dos fabricantes e importadores de pisos e revestimentos cerâmicos.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-42" title="completa_logo" src="http://www.asseinfo.com/site/wp-content/uploads/2009/09/completa_logo.jpg" alt="completa_logo" width="250" height="32" /></p>
<p>A empresa <strong>Completa Indústria e Comércio de Produtos Cerâmicos Ltda.</strong>, na qual atua no desenvolvimento e produção de mosaicos cerâmicos, também entrou nesta lista.</p>
<p>Já no primeiro dia de enquadramento a empresa efetuou a emissão de sua primeira nota fiscal eletrônica. A <strong>Completa</strong> utiliza o ISA ERP desde 2006, no qual foi necessário apenas a atualização do sistema e a revisão de alguns cadastros para que a empresa estivesse apta a emissão da NF-e.</p>
<p>A empresa é optante pelo regime de lucro presumido e tributada no IPI, fazendo com que algumas complexidades no gerenciamento dos impostos fossem inseridas no processo. Porém, isso foi uma barreira simples de ser transposta graças a flexibilidade das configurações dos tributos no ISA ERP.</p>
<p>A agilidade na apuração dos impostos também passou por uma evolução, pois a partir de agora a empresa contará com a integração entre o ISA ERP e o seu escritório de contabilidade, poupando-os do trabalho de redigitação das notas fiscais.</p>
<p>Segundo Jaciara, uma das responsáveis pelo processo de faturamento, a emissão da NF-e agora consome apenas um terço do tempo despendido para a emissão de uma nota fiscal em formulário contínuo.</p>
<p>O DANFE também está preparado para atender as exigências da Portobello S/A, um dos grandes clientes da empresa, no que diz respeito a informar a tonalidade, calibre e ordem de compra de cada produto sem a necessidade do recadastramento do mesmo.</p>
<p>O ISA ERP é um aplicativo para administração de negócios muito fácil de usar. Criado especialmente para empresas de pequeno e médio porte, ele possibilita o gerenciamento das atividades críticas em todas as áreas da empresa através de um sistema único e integrado, dando uma visão completa e atualizada do negócio.</p>
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		<title>O que é um programa de computador?</title>
		<link>http://www.asseinfo.com/diversos/o-que-e-um-programa-de-computador</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 20:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cezinha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao longo de minha carreira como produto de software eu encontrei muitas pessoas que não possuem ou não possuíam uma visão muito clara do que é um programa de computador e que tipo de serviço um programador de softwares faz.
Pra mim isto é uma coisa muito óbvia, mas, eu realmente entendo o ponto de vista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo de minha carreira como produto de software eu encontrei muitas pessoas que não possuem ou não possuíam uma visão muito clara do que é um programa de computador e que tipo de serviço um programador de softwares faz.</p>
<p>Pra mim isto é uma coisa muito óbvia, mas, eu realmente entendo o ponto de vista destas pessoas. Como já escrevi em outras oportunidades, é uma maluquice muito grande você pagar por algo que você não pode tocar. Um programa de computador é uma “coisa” que não existe! Ou melhor, existe apenas virtualmente.</p>
<p>Um computador sem programas não consegue fazer nada. É o programa que “ensina” a ele o que deve ser feito. No grosso modo podemos dizer então que um programa é um conjunto de instruções organizadas que um computador deve executar para resolver um determinado problema.</p>
<p>A tarefa de um programador então é entender um problema da vida real e traduzi-lo em um conjunto de instruções para que o computador possa “entender” e resolver. É importante deixar claro que quando eu utilizo palavras como “entender” ou “ensinar” eu não estou querendo dizer que um computador possui vida ou inteligência. Esses são apenas termos mais simples para entender as complexas rotinas que acontecem dentro destas máquinas maravilhosas.</p>
<p>A linguagem de programação é a forma ou dialeto no qual o programador escreve os programas. Existem no mundo diversas linguagens de programação. Algumas muito populares com Delphi, Java, C#, Ruby e VB. Cada linguagem de programação possui um “talento especial” para resolver determinado tipo de problema.</p>
<p>Alguns programadores sabem muitas linguagens de programação diferentes. É como se eles fossem poliglotas da área de informática. Durante a vida profissional de um programador ele aprenderá mais de uma linguagem, pois os computadores vão evoluindo e novas linguagens de programação vão surgindo.</p>
<p>Um programa para gerenciamento de um comércio, por exemplo, pode facilmente possuir milhares de linhas. Portanto, se você falar com um programador, nunca diga a ele que você quer um “programinha” como o dele para o seu comércio, pois com certeza ele deve ter escrito muita coisa para obter o resultado que você espera e ele ficará chateado! <img src='http://www.asseinfo.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Entrevista concedida ao acadêmico Michel Souza</title>
		<link>http://www.asseinfo.com/diversos/entrevista-ao-academico-michel-souza</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 12:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cezinha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[Segue abaixo uma entrevista concedida ao acadêmico Michel Souza em 31/05/2009 para um trabalho universitário no 1º período de Sistema de Informação &#8211; UNIASSELVI/ASSEVIM &#8211; Brusque &#8211; SC.
Michel Souza: O que levou a escolher este curso/área?
Cesar: Aos meus dez anos de idade eu me interessava muito por eletrônica. Na época os microcomputadores não eram tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue abaixo uma entrevista concedida ao acadêmico Michel Souza em 31/05/2009 para um trabalho universitário no 1º período de Sistema de Informação &#8211; UNIASSELVI/ASSEVIM &#8211; Brusque &#8211; SC.</p>
<p><strong>Michel Souza:</strong> O que levou a escolher este curso/área?</p>
<p><strong>Cesar:</strong> Aos meus dez anos de idade eu me interessava muito por eletrônica. Na época os microcomputadores não eram tão populares em minha cidade (ou talvez mesmo no país – não sei ao certo). Mas, tive a oportunidade de conhecer um Apple II.<br />
Naquele momento eu percebi que programar era muito mais divertido do que montar circuitos.<br />
Quando eu entrei na universidade eu já sabia programar a muito tempo, já conhecia um diagrama “Entidade-Relacionamento” e já tinha alguns programas vendidos. Porém, eu sabia que a universidade poderia me apresentar um mundo diferente do que eu conhecia. Eu não entrei na universidade para aprender a programar. Eu entrei para me consolidar como um profissional da área.</p>
<p><strong>Michel Souza:</strong> Qual a função no mercado de trabalho que lhe chama mais atenção? Você a exerce?</p>
<p><strong>Cesar:</strong> Eu admiro bons programadores. É uma profissão muito maluca, pois você passa o dia criando “produtos” que não podem ser tocados. Se você parar para pensar isso é uma verdadeira loucura! As pessoas pagam por algo que não existe e o mundo não poderia evoluir com a velocidade que evolui se não fossem os softwares. Você consegue imaginar um mundo sem o Google, a Wikipedia e os fóruns? Pois é, graças a Deus eu nem me lembro mais desta época. Eu ainda programo, mas, muito pouco, pois atualmente exerço outras funções na empresa.</p>
<p><strong>Michel Souza:</strong> Se não, qual função exerce?</p>
<p><strong>Cesar:</strong> Atualmente exerço a função de diretor e SCRUM Master. Estou me preparando para ano que vem ficar somente com a função de diretor.</p>
<p><strong>Michel Souza:</strong> Pensou em desistir do curso? Da área?</p>
<p><strong>Cesar:</strong> Nunca. Não consigo me ver fazendo outra coisa. Por isso que eu ainda programo mesmo não trabalhando mais como programador. Eu tenho a impressão que Deus me “fabricou” para ser programador.</p>
<p><strong>Michel Souza:</strong> Conseguiste emprego com facilidade?</p>
<p><strong>Cesar:</strong> Na área? Esta é uma pergunta que eu não sei responder. Iniciei no mercado de trabalho aos quatorze anos como auxiliar de escritório. Depois fui trabalhar em uma empresa como o “rapaz da informática”. Na época não se falava em setor de T.I. (risos). Honestamente eu nunca trabalhei em uma empresa de desenvolvimento de software até abrir a minha própria. Mas, acredito que se algo der errado eu não terei dificuldade em conseguir um novo emprego. O mercado é carente de programadores em nossa região. Falo isso porque eu demorei três meses para contratar um bom programador.</p>
<p><strong>Michel Souza:</strong> Tem seu próprio negócio?</p>
<p><strong>Cesar:</strong> Sim. A empresa chama-se ASSEINFO – Sistemas de Informação. É uma empresa de desenvolvimento de softwares para automação comercial. Nosso time é composto por profissionais muito competentes. Todos nós nos divertimos criando e mantendo  softwares.</p>
<p><strong>Michel Souza:</strong> Se tem, encontrou muitas dificuldades para entrar no mercado? Cite algumas.</p>
<p><strong>Cesar:</strong> Sim. Várias! Falta de dinheiro, falta de clientes, falta de funcionários&#8230; já aconteceu de tudo&#8230; (risos). Graças a Deus as coisas estão mais estáveis. Depois de oito anos nós aprendemos muita coisa, mas, estamos só começando.</p>
<p><strong>Michel Souza:</strong> Sua empresa tentar buscar sempre inovações?</p>
<p><strong>Cesar:</strong> Sim. Isto é uma constante em nossa empresa. A última novidade foi a adoção de métodos ágeis de desenvolvimento de software. Implantamos o framework SCRUM e agora estamos experimentando uma nova linguagem de programação específica para web (Ruby on Rails). Nós sempre experimentamos muita coisa nova.</p>
<p><strong>Michel Souza:</strong> Como descobrir a real necessidade de seu cliente?</p>
<p><strong>Cesar:</strong> Ouvindo-o. O cliente molda o software. Basta ouvi-lo e traduzir os anseios dele em bits.</p>
<p><strong>Michel Souza:</strong> Qual principal qualidade que um profissional desta área precisa ter?</p>
<p><strong>Cesar:</strong> Talvez a curiosidade. Ela lhe fará sempre conhecer e aprender coisas novas.</p>
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		<title>A educação e a diversão</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 13:56:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cezinha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em uma entrevista que eu cedi, o indagador me perguntou o que eu achava mais importante para um profissional da área de informática. E eu prontamente respondi: a curiosidade!
Explico: a curiosidade será o motor propulsor deste profissional a procura por novos desafios. E novos desafios muitas vezes exigem novas ferramentas e novos conhecimentos.
Na minha opinião, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma entrevista que eu cedi, o indagador me perguntou o que eu achava mais importante para um profissional da área de informática. E eu prontamente respondi: a curiosidade!</p>
<p>Explico: a curiosidade será o motor propulsor deste profissional a procura por novos desafios. E novos desafios muitas vezes exigem novas ferramentas e novos conhecimentos.</p>
<p>Na minha opinião, quando alguém vai atrás do aprendizado motivado pela curiosidade acaba transformando a procura pelo saber em uma diversão. E é aí o ponto onde quero chegar.</p>
<p>Quando crianças, temos a tendência de trocar nossos estudos por outras tarefas mais divertidas. Eu me lembro que eu adorava jogar vídeo game e odiava estudar história, pois a disciplina era dada simplesmente sob a leitura de um livro com poucas gravuras, muitos fatos históricos e pouca diversão. Como o meu querido mestre na época poderia concorrer com um vídeo game desta maneira? Sem chance!</p>
<p>Acredito que nestes tempos modernos os mestres terão que ser cada vez mais criativos. Eu estou escrevendo sobre tudo isso porque estou lendo um livro chamado “O homem que calculava” do escritor brasileiro Malba Tahan (heterônimo do professor Júlio César de Mello e Souza &#8211; <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_homem_que_calculava">http://pt.wikipedia.org/wiki/O_homem_que_calculava</a>). Este livro “disfarça” o ensinamento de diversos conceitos básicos da matemática em histórias curiosas sobre as aventuras de Beremiz, um calculista persa do século XIII.</p>
<p>O livro é genial e me fez perguntar: Por que eu não aprendi esses conceitos matemáticos dessa forma? Acredito que teria sido muito divertido. Você sabe quando o livro foi escrito? Em 1939!</p>
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		<title>Momento Retrô</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Nov 2006 21:01:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cezinha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Semana passada assisti o filme Piratas do Vale do Silício, onde um pouco da história dos computadores pessoais é retratada.
Me senti um velho de 200 anos, pois eu me deparei com uma situação muito estranha: o meu primeiro computador foi um Apple II, onde no filme, praticamente ele foi o primeiro microcomputador pessoal produzido em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana passada assisti o filme <strong>Piratas do Vale do Silício</strong>, onde um pouco da história dos computadores pessoais é retratada.</p>
<p>Me senti um velho de 200 anos, pois eu me deparei com uma situação muito estranha: o meu primeiro computador foi um Apple II, onde no filme, praticamente ele foi o primeiro microcomputador pessoal produzido em larga escala (haja visto que o primeiro Apple era apenas uma caixa de madeira).</p>
<p>[img:appleII.jpg,resized,vazio]</p>
<p>Desde então uma coisa não me sai da cabeça: como o perfil do programador de computadores está mudando.</p>
<p>Antigamente nós não tínhamos nada. Nem mesmo utilidade para um computador pessoal. Na grande totalidade quem comprava um computador pessoal tinha que se virar para construir programas em Basic (ou assembly) e ser o próprio &#8220;mecânico&#8221; do seu equipamento.</p>
<p>Eu ainda me lembro da época em que eu era um dos pouco micreiros da cidade: sabe aquele cara que conserta computador em domicílio? Pois bem, eu já fui um destes, pois na minha cidade não existia lojas de informática especializadas no assunto.</p>
<p>O mais hirônico disto tudo é que eu acabei de completar apenas 28 anos (é pouco tempo em relação a tantos fatos &#8220;históricos&#8221;).</p>
<p>Mas, voltando ao assunto principal, nós, usuários-programadores tínhamos que conceber nossos próprios utilitários.</p>
<p>Depois disso começaram a aparecer aqui no Brasil micros mais &#8220;espertos&#8221; e com mais utilidades. Aí então, nós já tínhamos sistemas operacionais.</p>
<p>As pessoas começaram a achar utilidade para o computador pessoal no ambiente corporativo. E aquilo que somente as empresas gigantes conseguiam fazer com os seus main frames, passou a ser possível para as empresas menores.</p>
<p>Então, nós programadores, começamos a ganhar dinheiro com software (oba!). Nós éramos verdadeiros deuses da codificação. Nós transformávamos os sonhos das pessoas em realidade. Nesta época programar não era coisa para qualquer um. Saldosas linguagens como C e Clipper faziam sucesso. Nesta época 99,99% dos programadores programavam estruturado. Orientação à objeto era uma coisa que o pessoal da faculdade tentava melhorar para se tornar &#8220;usável&#8221;.</p>
<p>Com o passar dos tempos o tio Bill Gate$ conseguiu popularizar as GUIs (Interfaces Gráficas) com o seu maravilhoso Windows. Com isso qualquer um que conseguia operar com o mouse já conseguia entender o que se passava na frente da sua telinha.</p>
<p>Isso foi muito legal e muito ruim também. Muito legal porque o número de usuários de computadores pessoais aumentou absurdamente, fazendo com que a demanda de software aumentasse na mesma proporção. O problema é que o número de programadores picaretas também aumentou &#8211; tirando o espaço de quem queria trabalhar honestamente.</p>
<p>Após isto as linguagens de programação melhoraram muito e o nosso desafio como programadores era sair do mundo caracter para o mundo Windows. Tudo era diferente&#8230; desde a forma de programar até a forma de planejar o aplicativo. Antes o cliente ficava preso a uma tela até que o processo tivesse sido concluído, agora não, ele podia clicar em qualquer lugar da tela e usar um monte de coisas ao mesmo tempo. Nossa! Isso era um terror para os programadores. Ainda bem que conseguimos superar tudo isto.</p>
<p>Como se já não bastasse todos os problemas que enfrentávamos de trocar um ambiente mono-tarefa para um ambiente multi-tarefa e com uma ergonomia toda liberal&#8230; o mercado começou a dizer: comecem a programar orientado a objeto!!!</p>
<p>Caramba&#8230; sorte de quem conseguiu fazer tudo isso ao mesmo tempo. Os meus programas eram verdadeiros espaguetes orientados a objeto. Eu conseguia programar estruturado dentro de ferramentas que foram concebidas para utilizar orientação a objeto. Veja bem, isso não era uma vantagem&#8230; mas sim uma forma de conseguir trabalhar com o pouco conhecimento de orientação a objeto disseminado na época.</p>
<p>Com o amadurecimento (meu e da tecnologia) eu pude observar as verdadeiras vantagens de se programar orientado a objeto. E digo à vocês: é simplesmente fantátisco.</p>
<p>Bom, acho que este post já está gigante. Vou deixar para a parte II a explicação de onde eu quero chegar com todo este blá blá blá.</p>
<p>[]</p>
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