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NF-e: o perigo do desconhecimento tributário

August 23rd, 2010

Até o final de dezembro de 2010, um milhão de empresas estarão emitindo NF-e (nota fiscal eletrônica). Desde o início do programa, em abril de 2008, mais de 191 mil empresas já aderiram ao programa e emitiram mais de 1 bilhão e 300 milhões de documentos, que somam mais de 30 trilhões de Reais.


Segundo o SEBRAE-SP, no Brasil temos cerca de 5 milhões de empresas, sendo que meio milhão destas são médias e grandes e 4 milhões e meio são micro ou pequenas.


Com a NF-e e o SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) as empresas estão cada vez mais expostas a ação do fisco. Por isso a qualidade da informação transmitida torna-se fundamental.


Infelizmente a preocupação com tal qualidade da informação não é realidade do mercado. Muitos empresários, por falta de conhecimento, acreditam que basta o DANFE (a parte impressa da nota fiscal eletrônica) estar correto – sem saber se o XML (a parte digital da nota fiscal eletrônica – aquela na qual o fisco recebe) está sendo gerado corretamente ou não.


Em um país onde acontecem duas alterações legais por hora do ponto de vista tributário, manter-se atualizado e cuidar de seu próprio negócio não é uma tarefa das mais triviais. Por isso a escolha de um profissional contábil competente e de uma empresa de software atualizada e que possa trabalhar em parceria com este profissional torna-se fato imprescindível.


É importante ressaltar que as notas fiscais eletrônicas ficam a disposição do fisco por cinco anos, sendo que durante este período a empresa emissora está propensa a multas caso haja alguma irregularidade.

Asseinfo recebe certificação PAF-ECF

December 19th, 2009

A Asseinfo recebeu, no dia 16 de dezembro de 2009, a certificação PAF-ECF (Programa Aplicativo Fiscal – Emissor de Cupom Fiscal) através do laudo de análise funcional de PAF-ECF número IPT0032009.


O Laudo de Análise Funcional foi emitido pelo Centro de Tecnologia da Informação, Automação e Mobilidade (CIAM) do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), órgão técnico credenciado.


A solução da Asseinfo passou por uma análise minunciosa para atender a Especificação de Requisitos versão 01.04 do PAF-ECF.


Podemos citar como diferenciais entre a versão anterior e a versão 01.04 a geração dos arquivos no formato do ATO COTEPE 09/08 (SPED FISCAL), a mesclagem de documentos como orçamentos e ordens de serviço.


O software da Asseinfo foi testado para atender:

  • Estabelecimentos que necessitam de ECF e não possuem necessidades especiais
  • Estabelecimentos com Pré-Vendas
  • Oficina de Conserto
  • Bar, Restaurante e Estabelecimento Similar com Utilização de ECF-Normal e Balança Interligada
  • Bar, Restaurante e Estabelecimento Similiar com Utilização de ECF-Normal e Sem Balança Interligada

Os ensaios foram realizados nos dias 14 e 15 de dezembro.


O IPT é um renomado instituto de pesquisas que atua em diversas áreas do conhecimento. Dentre os trabalhos já realizados com sinergia a este laudo podemos citar a criação de softwares da NF Paulista a pedido do Governo do Estado de São Paulo e testes em equipamentos emissores de cupons fiscais a pedido de fabricantes e secretarias da fazenda. O IPT possui atualmente em torno de 2000 colaboradores.


Nós gostaríamos de deixar registrado aqui um agradecimento especial aos Srs. Obadias, Amorim, José Augusto e Alessandro. Fomos muito bem recebidos pelo Centro e fizeram mais que a obrigação deles para que o processo fluisse bem.



Cesar, Eng. Obadias e Sr. José Augusto do IPT

Cesar, Eng. Obadias e Sr. José Augusto do IPT


O fisco já está de olho em você há tempos

November 13th, 2009

Desde que começou-se falar SPED, NF-e e CTe as empresas e pessoas físicas cada vez mais se preocupam com o poder da fiscalização digital.

Muitos acham que o fisco só ganhou o controle depois da NF-e e SPED. Isto é um engano. Há muito que ele tem a capacidade em mãos de efetuar diversos cruzamos. Se ainda não faz é por pura opção.

Veja abaixo algus dos cruzamentos da DIRPF (Declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física) com outras Declarações ou Informações da RFB (Receita Federal do Brasil):

1-      Declaração Informações Sobre Atividade Imobiliária (DIMOB), onde a Receita obtém informações de pagamentos efetuados pela pessoa física á EMPRESAS INCORPORADORAS DE IMÓVEIS (operações de construção, incorporação, loteamento e intermediação de aquisições/alienações) e recebimentos decorrentes de locação e intermediação de locação feitos através de IMOBILIÁRIAS ou ADMINISTRADORES DE IMÓVEIS;

2-      Declaração de Operações Imobiliárias (DOI), onde a Receita obtém informações dos CARTÓRIOS DE REGISTRO DE IMÓVEIS informando todas as transações ocorridas venda, permuta, doação e qualquer outra operação imobiliária registrada em cartório;

3-      Declaração de Informações Econômico Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ) e Declaração Simplificada da Pessoa Jurídica (PJ SIMPLIFICADA), onde a Receita obtém informações referente a distribuição de lucros, empréstimos, informações previdenciárias e outras informações (transações ocorridas entre a Pessoa Jurídica com a Física);

4-      Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF), onde a Receita obtém informações referentes a rendimentos que tenham sofrido retenção do imposto de renda, ainda que em um único mês, rendimentos do trabalho assalariado ou não assalariado, de aluguéis e de royalties acima de R$ 6.000,00 no ano, rendimentos de previdência privada e de planos de seguros de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência – Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), pagos durante o ano-calendário, ainda que não tenham sofrido retenção do imposto de renda;

5-      Declaração de Operações com Cartão de Crédito (DECRED), onde a Receita obtém informações de pagamentos mensais (somatório) de cartões de créditos (todos os cartões inclusive adicionais) da pessoa física. Poderá a administradora ou instituições emissoras de cartão de crédito e as instituições responsáveis pela administração da rede de estabelecimentos credenciados do cartão (a seu critério) não declarar operações mensais que não ultrapasse a quantia global de R$ 5.000,00 por mês;

6-      Falta de Declaração de aquisição de veículos novos: as montadoras de veículos informam à Receita Federal os dados dos adquirentes de veículos, assim, a falta de declaração de aquisição, principalmente os de maior valor, ficam sujeitos a fiscalização. A Receita também sabe, por meio do Registro Nacional de Veículos, o Renavam, quem comprou um carro de mas de 30 mil reais.

7-      Deixar de declarar a compra de certos bens que possam ser considerados como “sinais exteriores de riqueza” ou raspar a conta corrente no final do ano para não ter um saldo alto no banco dificilmente vai passar despercebido pela Receita.

8-      Declarações de Informações sobre Movimentação Financeira (DIMOF), com ela as instituições financeiras são obrigadas a enviar para a Receita, a cada seis meses, informações de Pessoas Físicas que tiverem movimentação acima de R$ 5.000,00, ou de R$ 10.000,00 no caso de pessoas jurídicas.

Controle de pneus

October 28th, 2009

Você já ouviu o ditado popular no qual diz que o barato sai caro? Pois isto foi justamente o que a TCA Transportes Comércio e Administração colocou em prova.

A empresa adquiriu dois lotes de pneus, sendo um lote de uma marca de primeira linha e outro de uma marca de segunda linha.

O pneu de primeira linha custou R$ 1.600,00 a unidade contra R$ 800,00 do de segunda linha.

Os pneus foram colocados para rodar em condições de uso semelhantes e monitorados através dos dados inseridos na tarefa de controle de frotas do software ISA TMS.

Estudando o ciclo de vida dos pneus desde o momento que foram colocados no veículo até o momento em que foram condenados à sucata, a empresa pôde comprovar que os pneus de primeira linha propiciaram manutenções preventivas e um maior número de recauchutagens, fazendo com que o custo final do km rodado dos pneus de primeira linha fosse melhor que os dos pneus de segunda linha.

Segundo Venival, gerente financeiro da TCA, os pneus de primeira linha chegaram a apresentar uma economia de 10% examinando apenas o custo do km rodado. Esta economia não levou em consideração o tempo em que os veículos ficaram parados para efetuar reparos em decorrência da qualidade inferior dos pneus de segunda linha, por exemplo.

A TCA é uma empresa sediada na cidade de Tijucas/SC, onde atua desde 1991 no ramo de transportes de materiais e produtos a granel, percorrendo todos os estados do sul brasileiro e sendo detentora de uma frota considerável de carretas equipadas com caçambas de alta capacidade.

O ISA TMS é a solução da ASSEINFO para o gerenciamento de transportadoras e frotas. Através dele é possível avaliar a média km/l, avaliar a durabilidade de itens de troca como lona de freio, monitorar o consumo dos pneus e até mesmo apurar o custo por km rodado do veículo.

A ferramenta possibilita rastrear toda a vida do pneu como trajetos, troca entre os eixos (rodízio) e até mesmo a quilometragem realizada na primeira borracha e em cada recauchutagem.

Implantação da NF-e na empresa Completa Mosaicos Ltda

September 17th, 2009

Desde o dia 1º de setembro de 2009 mais de 55 setores da economia estão obrigados à adoção da nota fiscal eletrônica em substituição as notas fiscais modelo 1 e 1A. Um destes setores é o dos fabricantes e importadores de pisos e revestimentos cerâmicos.

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A empresa Completa Indústria e Comércio de Produtos Cerâmicos Ltda., na qual atua no desenvolvimento e produção de mosaicos cerâmicos, também entrou nesta lista.

Já no primeiro dia de enquadramento a empresa efetuou a emissão de sua primeira nota fiscal eletrônica. A Completa utiliza o ISA ERP desde 2006, no qual foi necessário apenas a atualização do sistema e a revisão de alguns cadastros para que a empresa estivesse apta a emissão da NF-e.

A empresa é optante pelo regime de lucro presumido e tributada no IPI, fazendo com que algumas complexidades no gerenciamento dos impostos fossem inseridas no processo. Porém, isso foi uma barreira simples de ser transposta graças a flexibilidade das configurações dos tributos no ISA ERP.

A agilidade na apuração dos impostos também passou por uma evolução, pois a partir de agora a empresa contará com a integração entre o ISA ERP e o seu escritório de contabilidade, poupando-os do trabalho de redigitação das notas fiscais.

Segundo Jaciara, uma das responsáveis pelo processo de faturamento, a emissão da NF-e agora consome apenas um terço do tempo despendido para a emissão de uma nota fiscal em formulário contínuo.

O DANFE também está preparado para atender as exigências da Portobello S/A, um dos grandes clientes da empresa, no que diz respeito a informar a tonalidade, calibre e ordem de compra de cada produto sem a necessidade do recadastramento do mesmo.

O ISA ERP é um aplicativo para administração de negócios muito fácil de usar. Criado especialmente para empresas de pequeno e médio porte, ele possibilita o gerenciamento das atividades críticas em todas as áreas da empresa através de um sistema único e integrado, dando uma visão completa e atualizada do negócio.

Indicadores: o termômetro da empresa

July 18th, 2009

Todo negócio ou plano possui pontos ou indicadores que precisam ser checados frequentemente a fim de saber se estamos no rumo certo ou não. Por exemplo, em uma partida de futebol é o placar que nos indica se estamos ganhando ou perdendo.

Um outro exemplo: em uma estratégia de vendas, pode ser desejável querer saber quantas visitas foram feitas em determinada região e quantas delas resultaram em vendas. Têm-se aí dois indicadores: quantidade de visitas efetuadas e quantidade de vendas realizadas em decorrência das visitas.

Em uma indústria pode ser desejável monitorar o funcionamento de uma determinada máquina. Pode-se querer saber, por exemplo, qual o tempo que esta máquina fica parada por causa de manutenção ou quantos itens ela pode fabricar por minuto. Ou quanto tempo um determinado operador leva para fazer a sua configuração inicial a cada troca de produto (setup). Todos esses são indicadores.

Na área do serviço pode-se querer comparar quanto um determinado colaborador consegue produzir por hora trabalhada em relação a outro. Ou quanto um determinado cliente consome de tempo para analisar se o contrato de prestação de serviço está sendo cumprido ou não.

O ideal é que os indicadores sejam “reconhecidos” ou “identificados” antes mesmo do projeto ser executado – na fase de planejamento do projeto. Desta forma é possível construir um bom banco de dados com informações desde o início de sua execução.

Muitas vezes esses indicadores são negligenciados pelos administradores do negócio ou responsáveis por um projeto específico. Talvez por falta de conhecimento do seu próprio negócio ou até mesmo por não conseguir ter uma visão macro do quadro geral em função de estar muito envolvido no processo operacional. Nestes casos uma consultoria externa competente na área desejada pode ajudar a identificar esses pontos monitoráveis.

A quantidade de pontos que devem ser checados também é um dado importante. Ela deve ser na medida necessária. Nem a mais – nem a menos. Quando se têm poucos indicadores, muitas perguntas podem não ser respondidas. Quando se têm indicadores demais pode ser difícil coletar os dados para abastecê-los. Neste caso é importante que ao longo do tempo a utilidade de cada indicador seja questionada a fim de eliminar os desnecessários e dar espaço a eventual criação de novos.

Um bom software pode ser uma importante ferramenta na coleta, armazenamento e processamento dos indicadores. Em alguns casos os dados podem ser coletados sem que haja esforço adicional algum ou quase algum por parte dos operadores. Aproveitando assim as tarefas do dia-a-dia para que esses dados estatísticos sejam gerados.

Por exemplo, para se saber o que foi vendido por cidade o software pode aproveitar os dados das vendas registradas e apurar este indicador sem esforço algum.

Por isso, a escolha do software para a empresa é fundamental. Além de garantir que ele seja fácil de usar, seguro e contempla o processo operacional, é necessário saber se o mesmo se preocupa com os aspectos administrativos do negócio.

O software da sua empresa lhe ajuda nesta tarefa?

Classificação dos produtos comercializados

July 11th, 2009

Em uma empresa cuja atividade é a compra e venda de produtos, cabe ao gestor a difícil tarefa de planejar campanhas e aferir se as mesmas deram resultado ou não. Neste momento os indicadores são fundamentais para responder questões como:

  • Quais foram os produtos mais vendidos?
  • Quais foram os produtos menos vendidos?
  • Quais são as marcas mais vendidas?
  • Quais são os fabricantes menos interessantes?
  • Há alguma correlação de vendas entre um conjunto de produtos? Por exemplo, quem normalmente compra um terno acaba sempre levando uma gravata?
  • Vendemos mais produtos para o público feminino ou masculino?
  • As mulheres compram produtos masculinos? (para seus maridos)
  • Os homens compram produtos femininos? (para suas esposas)
  • As pessoas preferem materiais sintéticos ou naturais?
  • A coleção de verão do ano passada foi totalmente vendida?

Estas questões e outras não são difíceis de serem respondidas desde que você planeje muito bem de que forma será feita a classificação dos produtos que a sua empresa comercializa.

A classificação deve ser na medida: nem muito superficial – nem muito detalhista.

Se a classificação for superficial corre-se o risco de alguns pontos de interrogação não serem respondidos. Por exemplo, como é que você vai saber se a coleção do ano passado foi totalmente vendida se você não fez nenhuma marcação nestes produtos?

Se a classificação for muito detalhista corre-se o risco de fazer o estoquista trabalhar em excesso, sendo que o esforço dele não valha a pena. Por exemplo, não adianta nada pedir para o estoquista classificar as peças que possuem estampa e as que não possuem se eu sequer tenho a necessidade de apurar as vendas deste tipo de peça.

Por isso é muito importante pensar nesta classificação para que ela fique na medida certa do seu negócio. Para isso duas coisas podem lhe ajudar muito neste seu processo: a aquisição de um software que possua a habilidade de gerenciar a classificação de seus produtos gerando as estatísticas necessárias e o acompanhamento de uma consultoria especializada para que possa lhe direcionar da melhor forma para extrair o máximo da ferramenta.

Seu software e o suporte técnico lhe ajudam nesta tarefa?

Depoimento Jornal Diário de Bordo

July 1st, 2009

Nos dias 24 e 25 de junho no Centro Social Augusto Zucco, em Tijucas foi realizado o evento de Administração: Ciência, Arte e Ação, promovido pela UNIVALI e INCEVALE, com o objetivo de integrar a comunidade e alunos do curso de Administração, com palestras, exposições culturais do livro Gestão de Sonhos de Amyr Klink, que fez parte neste ano do projeto Ler é Conhecer, apresentação da Oficina dos 4P´s, bar temático, feira de negócios (inclusive muitos nossos clientes). E lançamento da 75ª edição do Jornal diário de Bordo dos acadêmicos do 7º período de Administração.

No início do mês de junho tive a honra de receber o convite de meus amigos Paulo, Monise, Sarah, Vanessa, Bárbara, Andressa e Fábio para dar uma entrevista ao jornal Diário de Bordo da faculdade de Administração da Univali de Tijucas, da disciplina de Empreendedorismo. Além da entrevista, fui convidada para dar um depoimento em sala de aula sobre como surgiu a idéia de abrir a empresa, e de toda a nossa trajetória desses 8 anos de empresa.

A grande surpresa foi no dia 25 de junho, no lançamento do jornal onde recebi o convite da Msc. Antônia Egídia de Souza, para subir ao palco e contar um pouco da relação com o jornal, pois passei por este momento também na faculdade, e sobre a minha experiência agora como sendo a entrevistada e não mais a entrevistadora. Foi muito interessante, pois mostrei um pouco do nosso trabalho e senti o quanto as pessoas admiram nossa empresa e o empenho de toda nossa equipe, fui muito aplaudida e fico lisonjeada por receber o convite de toda a equipe. Muito obrigado!

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Software sob medida

July 1st, 2009

A indústria de softwares vem acompanhando a tendência do mundo de padronizar para baratear. Leia por completo »


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